Nome e avatar
Como o agente se apresenta e a foto que o cliente vê. É o cargo que ele ocupa na sua operação: vendedor, secretária, corretor, analista de suporte.
Agente de canal é quem fala com o seu cliente. Você define nome, personalidade, voz e memória, entrega a ele ferramentas reais e uma base de conhecimento própria. A partir daí ele decide o que fazer a cada mensagem.
Não é chatbot com fluxo. É um agente operacional treinado para trabalhar.
O mesmo agente responde no WhatsApp, no chat do site e no telefone.
Sete decisões de tela. Nenhuma delas é um caminho de conversa — são traços do trabalhador que vai atender.
Como o agente se apresenta e a foto que o cliente vê. É o cargo que ele ocupa na sua operação: vendedor, secretária, corretor, analista de suporte.
O texto que descreve quem ele é, o que pode prometer, o tom que usa e onde para. É aqui que entra a regra de negócio — em linguagem, não em nó de decisão.
A voz que o agente usa quando responde em áudio e quando atende ao telefone. O mesmo agente, o mesmo prompt, saindo em som.
Qual número oficial de WhatsApp, qual webchat ou qual ramal de voz pertence a este agente. Um agente pode ficar em mais de um lugar sem ser reconfigurado.
Quais números o agente reconhece como sendo do gestor. É o que separa quem pergunta o preço de quem pede o relatório da semana.
A memória de longo prazo é uma chave por agente. Ligada, ele lembra do cliente na próxima conversa. Desligada, cada atendimento nasce limpo.
Na plataforma, essas seis decisões cabem numa aba só. A tela abaixo é a aba Personalidade do editor de um agente de canal: o canal de WhatsApp a que ele está vinculado, o nome que o cliente vê, a descrição interna, o perfil de voz usado no áudio e no telefone, o controle de temperatura entre Preciso e Criativo, a chave da memória de longo prazo com o aviso de que ela consome mais tokens, os telefones que o agente reconhece como sendo do gestor e o prompt do sistema — o texto que descreve o trabalho e os limites dele.
As outras abas guardam o resto do agente: Memória mostra o que está retido por canal e permite apagar, APIs lista as ferramentas do seu sistema com método, autenticação e contador de uso, MCPs reúne os servidores conectados e Chat Web Embed entrega o trecho de código do chat do site. Em nenhuma delas existe fluxograma, nó de decisão ou caminho previsto de conversa.
Logo abaixo do prompt, a faixa Ferramentas ligadas é o inventário de ações desta agente: consultar estoque e abrir pedido acesos, a consulta de status identificada pelo método, e a rota de apagar pedido apagada — excluir pedido não pertence ao trabalho dela. No pé da tela, o selo de alterações não salvas espera o gestor confirmar antes de qualquer coisa valer para o cliente.
Tirar ou devolver uma permissão é apagar ou acender um chip. Quando a política do negócio muda — o agente pode consultar o pedido, mas não pode cancelar —, a mudança acontece nesta tela, em minutos, e não vira tarefa de integração para a fila de alguém.
É também a mesma tela para todos os canais deste agente: uma decisão em vez de três ajustes paralelos que alguém precisa manter iguais.
Perfil de Voz aparece na mesma aba do prompt e das ferramentas porque quem atende a ligação é este agente, não um irmão dele: o mesmo texto de personalidade, as mesmas ferramentas e a mesma memória, em tempo real na chamada.
Numa automação de fluxo, atendimento por voz é outro produto, com outro roteiro para escrever e manter em dia. Aqui é um campo do formulário.
Num chatbot de fluxo, toda pergunta nova do cliente vira um ramo novo na árvore — e alguém precisa desenhar esse ramo. Aqui, a pergunta nova encontra o mesmo agente, com o mesmo conhecimento e as mesmas ferramentas, e ele resolve.
Quando a regra do negócio muda, você reescreve um parágrafo do prompt ou sobe um documento no Cofre. Não há mapa para redesenhar.
Ferramenta não é botão do menu: é ação que o agente escolhe usar quando faz sentido para aquela conversa.
Tudo que um atendente humano faria dentro do chat, o agente faz por conta própria.
Quando a resposta não está no prompt, ele vai procurar antes de inventar.
E, com as APIs do seu sistema cadastradas, consultar o ERP, o prontuário ou o sistema de pedidos durante o atendimento.
O atendimento não acaba quando a mensagem acaba. O agente marca o que precisa voltar.
O template oficial é o que permite falar com o cliente fora da janela de 24 horas da Meta.
Quando o agente precisa de um dado que só existe no seu sistema, ele chama a API que você cadastrou como ferramenta, lê a resposta e continua a conversa com o número na mão. O cliente não percebe a costura.
O mesmo vale para o caminho contrário: o agente escreve no seu sistema quando o prompt autoriza, e registra o que fez no CRM.
Preço da consulta, prazo de entrega, política de troca, procedimento interno. O que a sua empresa sabe, o agente passa a saber — sem virar código.
Suba PDF, texto ou imagem, ou escreva blocos de conhecimento direto na tela. O conteúdo é indexado e fica disponível para o agente pesquisar durante o atendimento.
Cada agente tem o seu cofre. O vendedor não precisa carregar o manual do financeiro.
O próprio agente salva conhecimento novo em tempo de conversa e remove o que ficou errado. Se o gestor corrige uma informação pelo WhatsApp, aquilo entra no cofre e vale para o próximo cliente.
É a diferença entre uma base que envelhece parada num repositório e uma base que a operação atualiza no dia a dia, sem chamado e sem publicação.
A base de conhecimento é o que permite responder sobre preço, prazo e procedimento sem programar fluxo.
A tela abaixo é o Cofre de Conhecimento do agente Aurora — Vendas: no topo a busca e os filtros por formato, no meio os arquivos enviados e, embaixo, os blocos de conhecimento escritos direto na tela. Cada arquivo carrega o próprio estado de indexação — o catálogo em PDF já indexado e disponível para consulta, o texto da política de trocas ainda sendo processado e a ficha técnica em imagem na fila de leitura. Só o que já está indexado responde ao cliente; o resto entra no cofre assim que termina, sem publicação e sem chamado.
As duas faixas do rodapé mostram o cofre em uso: a consulta que o agente fez à base durante um atendimento de hoje e o bloco que ele mesmo salvou depois de uma correção do gestor pelo WhatsApp.
Os números ao lado dos filtros dizem o que este agente carrega hoje: quatorze itens, entre PDF, texto e imagem. O catálogo já indexado anuncia cento e quarenta e dois trechos disponíveis — um PDF não fica no cofre como anexo inteiro, ele vira trechos que o agente pesquisa.
No canto direito da barra, o seletor de agente troca o cofre inteiro: cada agente enxerga só o que é dele.
Sobe o arquivo ou escreve o bloco e salva: a regra que mudou de manhã já responde no atendimento da tarde, sem ninguém traduzir a política em código antes.
E, como a consulta devolve o trecho e não o documento, o cliente recebe a frase que responde a pergunta dele em vez de um manual anexado para ler sozinho.
Repare na faixa de consulta no rodapé da tela: ela registra uma chamada saída de dentro do atendimento, com três trechos devolvidos. Ninguém marcou “aqui consulte a base” num ponto do caminho — o agente é quem concluiu, no meio da frase do cliente, que precisava procurar antes de responder.
Numa automação de fluxo, a busca só acontece no nó em que alguém previu que ela aconteceria; a pergunta que chega fora daquele ponto volta como menu.
O histórico do cliente é vetorizado por embeddings e um trabalhador extrai dele fatos estáveis — a memória episódica — junto com traços do cliente, noção de humor e noção de tempo.
É a mesma tecnologia que sustenta o atendimento por texto, o atendimento por voz e os Squads. Por isso a conversa continua fluida depois de semanas, e por isso o agente sabe que aquele cliente já reclamou do prazo em março.
É também o objeto da patente depositada no USPTO em 2025 — Autonomous Agent Memory Framework Inspired by Human Cognition.
O que não muda a cada mensagem: o plano contratado, o endereço de entrega, a restrição declarada.
Como aquele cliente costuma falar e em que estado ele chegou nas últimas conversas.
Há quanto tempo aquilo foi dito — o que separa uma pendência viva de um assunto encerrado.
A tela de memória de conversas mostra o que está guardado por canal e permite limpar.
Cada agente tem uma agenda própria: rotinas que ele executa no horário e esperas que ele mesmo cria dentro da conversa.
Uma tarefa recorrente configurada por agente, com horário definido. Ele acorda, faz o que foi combinado e registra o resultado.
“Volte a falar com este cliente em 2 dias.” A espera nasce do próprio atendimento, quando o agente entende que aquilo precisa de retorno.
A tela lista o que está ativo por agente, permite criar, editar e acompanhar. Nada roda escondido do gestor.
A agenda do agente de canal serve ao atendimento: o retorno prometido, a lembrança combinada, a verificação daquele cliente. Quando a rotina é do negócio — varrer o ERP todo dia às 7h, decidir quem precisa ser chamado e mandar o agente de canal chamar — o trabalho é do agente orquestrador.
O agente que funciona vira ponto de partida para o próximo — dentro da sua empresa ou entre empresas da plataforma.
Duplique um agente já ajustado e mude só o que difere: a filial, o idioma, o canal, o trecho de personalidade. O que estava certo continua certo.
Um agente pode ser compartilhado com outra empresa da plataforma — e a outra empresa precisa aceitar. Nada entra na conta de ninguém sem o aceite do outro lado.
Útil para grupos com várias unidades, para franquias e para o programa de revenda — o parceiro entrega um agente pronto e o cliente aceita.
A plataforma tem um simulador idêntico ao WhatsApp para o gestor testar o agente sem número real, sem publicar nada e sem gastar template.
Quando o agente estiver do jeito que você quer, vincule o canal. O mesmo agente aparece no WhatsApp oficial, no webchat do seu site e no telefone.
O agente reconhece os telefones de administrador e responde ao gestor de forma diferente.
Transferir para humano é uma das ferramentas do agente, mas o operador também pode assumir por conta própria. Ao assumir, a plataforma pausa o bot naquele chat automaticamente; ao encerrar, o agente volta a atender. Sem conversa paralela e sem perder o histórico.
Não. O agente recebe personalidade, conhecimento e ferramentas, e escolhe o que fazer a cada turno da conversa — inclusive concluir que não há nada a fazer. Não existe tela de fluxograma, nó de decisão ou caminho previsto para cada resposta possível do cliente.
Por três caminhos que convivem: o Cofre de Conhecimento, onde você sobe PDF, texto e imagem ou escreve blocos direto na tela; as APIs do seu próprio sistema, cadastradas como ferramentas do agente; e a leitura de páginas web durante a conversa. O agente também salva conhecimento novo enquanto atende.
Se a memória de longo prazo estiver ligada para aquele agente, sim. O histórico é vetorizado, um trabalhador extrai fatos estáveis e traços do cliente, e a conversa continua fluida depois de semanas. A tela de memória mostra o que está guardado por canal e permite limpar.
Sim. A plataforma tem um chat de teste que simula o WhatsApp, com a mesma personalidade, as mesmas ferramentas e a mesma memória do agente publicado. As conversas de teste ficam separadas das reais no CRM.
Conte qual conversa a sua operação repete todo dia. A gente desenha junto o agente que atende essa conversa — com as ferramentas e o conhecimento que ela exige.